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“Tudo não passou de trotes”, diz delegado sobre ameaças de massacres em escolas

“Tudo não passou de trotes”, diz delegado sobre ameaças de massacres em escolas

odas as redes sociais usadas para ameaças de “massacres” em escola estão sendo monitoradas pela Polícia Civil. Aos jornalistas, a autoridade policial informou que até o momento todas as ameças não passaram de trotes.

 Delegado Eduardo Botelho da Gerência de Combate a crime de Alta Tecnologia (Gecat)

Nos últimos dias, pelo menos cinco boletins de ocorrência foram registrados nas delegacias de Mato Grosso denunciando ameaças de possíveis ataques semelhantes ao da cidade de Suzano (SP), no qual 10 pessoas morreram e 11 ficaram feridas. Em entrevista ao Programa SBT Comunidade na manhã desta terça-feira (19), Botelho explicou que todas as queixas não passaram de trotes, mas que as investigações terão continuidade.

“Todas as redes sociais digitais que foram noticiadas de possíveis ataques estão sendo monitoradas pela gerência e pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil para saber se há realmente a intenção real de se promover um atentado ou para saber se apenas é uma fraude. Porém, os monitoramentos continuam para afirmar de forma contundente que não há risco de massacre desse tipo no nosso Estado. Ainda não há nada confirmado, tudo não passou de trotes”.

Na tarde de segunda-feira (18), Gabrielle Macedo Rodrigues, 19 anos, foi presa pela Polícia Militar suspeita de ter enviado áudios em grupos de “WhatsApp” dizendo que comandaria “massacres” em duas escolas de Várzea Grande. A prisão da jovem foi realizada no bairro Mapim.

A detenção foi realizada após policiais da Inteligência do 4º Batalhão receberem informações que a suspeita havia enviado áudio fazendo ameaças de que invadiria a Escola Estadual Jaime Veríssimo de Campos Júnior e Marlene Marques, ambas localizadas em Várzea Grande.

Devido a essas intimidações, os diretores de ambas unidades escolares registraram boletins de ocorrência. Diante disso, as agentes iniciaram uma investigação e chegaram a uma testemunha. Esta relatou que a suspeita Gabrielle foi quem mandou os áudios e também registrou uma denúncia.

Depois das queixas, os policiais foram a casa da suspeita e a prenderam. A jovem confirmou os fatos e justificou dizendo que no domingo (17), um homem identificado apenas como B.L., criou um grupo no WhatsApp com o nome de “Massacre MT” com intuito de planejar atentado em escolas.

No entanto, Gabrielle disse que após a criação do grupo mandou uma mensagem para o criador dizendo: “eu tô de boa mano” e saiu do grupo.

Porém, ela alega que fez um print do grupo e postou no status e escreveu: “o baguio vai ficar louco”.

POR HIPERNOTÍCIAS

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